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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A Giselinha precisa de um lar!!!


Encontrei ela perto de casa (Vila São Francisco / Osasco), fugindo de um cachorro. Assim que a peguei, já comecei a ganhar um monte de beijos e consegui levá-la no colo até em casa, de tão mansinha.


Ela é fofa demais pra ficar na rua.


Se vc quer ou conhece alguém que queira uma gatinha carinhosa, beijoqueira e ronronzenta, já encontrou. Ela é linda, tem um pelo de veludo e é a gata mais boazinha e carente que já vi. Está com cerca de 3 anos e vou entregá-la castrada.


Infelizmente não podemos ficar com ela, pois já temos 3 gatos. Aliás, informação importante: ela se dá bem com qualquer animal.


Por favor, me ajudem a divulgar!


Obrigada e beijos!


Ana Flavia (11) 9275-6105


domingo, 9 de agosto de 2009

Bibelô e Gato do Saco

Toca fazendo pose em cima do buquê (na verdade ela queria ficar bem alto pra ver se o Bruno deixava ela em paz).
E Bruno detonando no saco de papel.
Uma tão fina e outro tão maluco...




sábado, 16 de maio de 2009

Castigo


Hj, sábado, quatro horas da manhã, a Toca já tava pronta pra acordar. Não desistia por nada no mundo de me acordar, aí resolvi seguir o conselho da minha mãe e deixar ela de castigo lá embaixo. Será que castigo funciona pra gatos?
Quando meus pais acordaram, soltaram ela e ela veio correndo pra cá. Minha mãe perguntou: o que eu faço com ela? Eu falei pra deixar, pq tinha certeza que ela ia estar boazinha.
Não deu outra. Pulou na cama, me fez muita naninha e dormiu sossegada. Acho que castigo funciona.
Mas ainda acho que é outro gatinho que vai fazer essas duas terem diversão de madrugada, ou preocupação de dia pra dormirem menos durante o dia e mais durante a noite. Bem que eu queria ser notívaga como os gatos, mas não consigo...

PS: a foto é ilustrativa, ela não passou a noite na caixinha, só no andar de baixo!

terça-feira, 12 de maio de 2009

Bibabi


Fico aqui falando só da Toca e esqueço da Bia. Não é à toa que ela não me perdoa por eu ter trazido a Toca pra morar com a gente...

A Bia é caiçara que nem a Toca, mas é de Santos. É filha da Mimi, gata de uma amiga da minha mãe. Quando nasceram os filhotes, minha mãe logo se apaixonou. Pra "piorar", a gatinha loira abriu os olhos na mão da minha mãe, que chegou em casa sofrendo, pensando se pegava ou não a coisinha.

Uma empregada nossa nos alertou que a Aninha - a siamesa mais malcriada do mundo - estava velhinha e que se tivéssemos outra gata, iríamos sofrer menos. E minha mãe se convenceu. Fui buscar a Biazinha na amiga da minha mãe e levei pra casa. Como estava sozinha em casa e temia a reação da Aninha, coloquei a Bia no box e deixei as duas se verem. Muitos tapas depois, elas se acostumaram uma com a outra. Não era assim uma amizade, mas era melhor do que o que a Toca e a Bia tem hj. Nosso sonho aqui em casa é ter dois gatinhos desses que se beijam, brincam juntos... Um dia quem sabe!

Pouco tempo depois nos mudamos pra Aldeia da Serra. Colocamos a Aninha na caixa de transporte e a Bia foi numa caixinha um pouco maior que uma de sapato. Lógico que no meio da viagem a Bia rasgou a caixa toda e fui levando ela enrolada numa toalha, pq a filhota não parava.

No começo, como a Aninha era a preferida da minha mãe, a Bia me adotou de mãe. Dormia no meu pescoço, fazia mil naninhas, beijos, etc.

Uns meses depois a Aninha começou a ficar doente, teve uma porção de tumores, tratamos, e quando ela estava quase bem, ela fugiu, acho que pra morrer longe da gente. A Bia adotou uma siamesa de pelúcia e brincava com ela enquanto reinava absoluta na casa.

Depois de uns muitos anos sozinhas, achei a Toca. E como já contei a história aqui, ela foi ficando, ficando, até ficar de vez. Eu morava sozinha, então só levava a Toca pra casa dos meus pais no fim de semana. Nem preciso dizer que a Bia nem olhava mais na minha cara, né? E tudo piorou quando a faculdade acabou e eu trouxe a Toca pra morar na casa dos meus pais. Elas nunca foram amigas e a Bia só começou a aceitar meu colo há uns poucos anos. A Toca já tem mais de 5 anos e a Bia mais de 10...

Meu pai sempre fala que tínhamos que clonar a Bia. Ela é muito fofa, faz carinho por 2 hs, dá beijos por umas 3 hs seguidas, é conversenta, não sabe arranhar, quer dizer, como diria minha mãe, só tem um defeito: arranhar o sofá. Tirando isso, é uma coisinha perfeita, linda e gorda que a gente ama muito. É medrosa, odeia qualquer homem que venha entregar água, pintar alguma coisa, que seja. Morre de medo de chuva, de vento, de fogos. Enquanto ela se enfia em um edredon, a Toca tá na varanda curtindo os fogos.

Mia durante horas pra minha mãe sentar e ela sentar em cima. Adora o desodorante do Ricardo (meu namorado), fica enlouquecida, arranha, lambe, bem louca!! Só bebe água corrente, como muitos. Adora lamber o nosso pé quando a gente sai do banho e é o único momento em que rola uma brincadeirinha. O resto do dia é só soninho. Ela nem come tanto, mas como não se mexe, é bemmm gordinha. Uns 12 quilos na última vez que pesamos.

Vixe, já falei demais... preciso de mais posts pra falar da Bibazinha, Bibabi, Bibabinha. Ah, aqui em casa todo mundo chama Ana. Ana Flávia (eu), Ana Paula e Ana Carolina (minhas irmãs) e Ana Beatriz, a Bia! Minha modela de olhos com delineador.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Tratamento esfoliante

A gata mais beijoqueira do mundo... alguém se habilita a competir com a Biazinha??? rsrsr Além de td, esfolia a pele. Mais barato e prazeroso que um peeling!
Pena que não deu pra ver como ela fica com a linguinha chamando qndo a gente tá longe... não se controla!!!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

A casa sem o Alfofinho


A Toca tá bem esquisita sem o Alf. Voltou a fazer coisas chatinhas. Não sei se isso quer dizer que ela tá feliz ou triste.
Ela voltou a me acordar de madrugada, miou (coisa que ela nem sabe fazer), levou o leão (seu brinquedo preferido) escada abaixo causando. Por outro lado, tá mais próxima ainda de mim. Quando chego ela senta do meu lado no sofá enquanto fico no notebook. Não tem ido dormir comigo, mas como ela não tem escolha, pego ela no colo, ela faz 3 romrons, pq ela não é dessas frescuras (rs), e qndo chega na cama, faz um monte de naninha - o que a galera chama de amassar pãozinho - e dorme.
A Bia voltou a ser a rainha da casa, meus pais estão dando atenção de novo pra ela, então ela tá se achando... Olha pra nossa cara e pede alguma coisa. Seja carinho, água no tanque, comida ou só colinho. Safada!

Já o Alf, longe da titia, ficou dodói. Chegou na Paraíba e não se adaptou. Não aguenta mais tomar remédio, tadinho. O Alf tem a síndrome "não sei o que lá" do persa, fica sempre com o rosto cheio de casquinhas, em carne viva. Ele já passou por quase todos os veterinários de São Paulo, Campinas e região, já tomou todos os antibióticos que podem existir e nada dá jeito. Ele fica bom, tiramos umas fotos e logo ele tá ruizinho de novo. Quando chegou na Paraíba ficou bem mal, por causa de um dos remédios, teve que ficar no médico e agora tá melhorando, tomando remédio de 1 em 1 hora. Ainda bem que a mãe dele levou ele, pq aqui não conseguiriamos cuidar com tanta atenção. Mas ele tá melhor, graças a Deus.

E nós tbm estamos melhorando, as gatinhas acho que estão mais felizes, não sei ainda.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Intercâmbio de blogs 2 - a missão

Adorei a descrição do pai do Joaquim sobre pata de gato. Acrescento ainda a maravilhosa sensação de uma naninha (que muitos chamam de "amassar pãozinho") com conhecimento de causa de quem acabou de ganhar do Alfofinho uma naninha de uns 15 minutos, violenta, no ritmo de um sei lá o que. O chulé de gato eu chamo de cheiro de gatinho... Hummmm, só de pensar dá vontade de apertar uma das coisinhas que está lá embaixo, esperando por um beijo "nas oreia". Cada um tem seu cheirinho. A Toca cheira o original cheiro de gatinho mesmo, o Alf é fedidinho - acho que porque é menino - e a Bia tem sempre cheiro de perfume, é impressionante.


PATA DE GATO - Extremidade dos órgãos locomotores do felino doméstico, composta por almofadinhas táteis e fofas, tufos de pêlo macio e potentes garras retráteis. Exala um perfume inebriante, comumente chamado de "chulé de gato", que causa profundas sensações de prazer e euforia em pessoas cultas e interessantes. Embora seja encontrada em telhados, muros e almofadas macias, geralmente a pata de gato repousa sobre livros, jornais, revistas ou deveres de casa, o que nos faz pensar - e sem exageros - que a História da humanidade sempre foi escrita aos pés de um gato. Acentua o porte tranquilo e elegante de um felino quando cruzada durante o sono.

(Enciclopédia das Maravilhas Maravilhosas do Dr. Josskins White - organizada pelo Dr. Josskins White, a maior sumidade mundial em assuntos felinos, em parceria com a Dra. Trimbles W. Black, PhD em ronronices e demais atividades felinas e dona destas patinhas.)

http://joaquim.ogato.nafoto.net/photo20080828100745.html

quarta-feira, 25 de março de 2009

A história de adoção da Toquinha

Carnaval em Ubatuba. Chegamos na pousada e, indo pro chalé, olhamos pro chão. O moço da pousada disse: “Nossa, que bicho é esse?”. Era a Toca.

Não parecia um gato pq tinha uns 15 dias e o rabo cortado. Isso, cortado. Segundo a veterinária, cortado com tesoura. Como eu e minha irmã temos essa “pequena” queda por gatos, pegamos a coisinha e começamos a cuidar.

Ficamos durante o feriado lá, e ela tbm. Ficava do lado de fora do chalé quando não estávamos e fazia suas necessidades em uma pá de lixo. (por isso que amo gato, já nasce limpinho e educado). Bom, educado entre aspas. Assim que peguei a bichinha no colo, já apaixonada, ela me adotou. Fez xixi em mim. Só faltava dizer “mã-mãe”, como nos desenhos.

Voltamos pra SP. A idéia era chegar em casa, cuidar da gatinha e depois deixar com uma conhecida muito boa em doar gatinhos.

Antes disso, eu estava procurando um gatinho pra morar comigo, já que eu ia morar sozinha. Não existia ainda na minha vida Adote um Gatinho nem nada disso, então ia na Cobasi ver os bichanos. Mas nenhum me ganhava – e olha que sou fácil. Aí a Toca foi ficando, eu gastando milhões em remédios, pq a coitada tinha micose (e passou pra todos os humanos que não resistiam à filhota), machucado no rabo, falta de cálcio (parecia um pit bull, com as perninhas tortas)... comprei uma coleirinha amarela com guizo para não pisarmos na pequena e as coisas foram acontecendo. E assim, todos os nomes que eu tinha escolhido pro meu futuro gato foram substituídos por Toquinha, pq a gata sem rabo já veio com nome subentendido. E, como qualquer gato que se preze, nos escolheu ao invés de escolhermos.

Quando vi, estava limpando o cocô da bichinha, que por causa dos dodóis, ficava com diarréia e não conseguia chegar na caixinha. E eu, morando sozinha pela primeira vez, achei que ia surtar. Mas aí ela chegava com aquela carinha de “mamãe, sou apaixonada por vc” e td passava. E passa até hoje. Ela me olha com cara de gratidão, de amor incondicional. E quando eu viajo, ela me recebe como se eu fosse a coisa mais maravilhosa do mundo.

Todo mundo diz que a Toca é brava, malcriada. Ela faz fuu pra todo mundo, menos pra mim, pro Papai e pra Vovó – quer dizer, às vezes pra gente tbm. E morde, por tudo e por nada. É do tipo que quando alguém pergunta: "Posso mexer"? Vc responde: "Melhor não". A titia, que cuidou dela desde os primeiros dias, é uma mágoa, a Toca é capaz de fazer fuu até pelo skype pra ela. Mas td isso é justificado. Uma gatinha que sofreu o que ela sofreu, não gosta de muito contato e a titia, como ela pode perdoar? Trouxe um monte de gato, além da Bia, para disputar lugar.

A recompensa disso tudo? Chegar em casa e ser recebida por ela, todos os dias, sem exceção. Poder receber uma naninha de 45 minutos antes de dormir e sentir o peso dela no pé – principalmente no inverno, quando meu pé congela e só ela esquenta. Acordar com um monte de pruuu – até de sábado, quando ela esquece que não vou trabalhar. Saber que, mesmo brava, ela ama um carinho de manhã e, depois de 5 carinhos, dá uma mordidinha pra dizer chega.


Na verdade, o legal da Toquinha é a braveza. Puxou a mamãe. Qual é a graça de conquistar alguém fácil? O legal é conquistar, do jeito que conquistei, o coração da ferinha.

Até hoje a gente se pergunta se ela não é mistura de gato do mato, já que a encontramos no pé da serra. E tem gente que aposta que ela é uma jaguatirica. A jaguatirica linda da mamãe.

terça-feira, 17 de março de 2009

Minhas sobrinhas

A mais novinha, Juliette - ainda não conheço pessoalmente, mas dizem que é uma pestinha.

Frida (ou Frita) - coisinha linda da titia, parece um ferret, conversenta, conversa com a tia no skype e é a coisa mais gostosa de dar beijo


Babi, filha da minha cunhada Cíntia, maior malcriação da história, mas eu não resisto mesmo assim.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Biazinha

Vou começar pela mais velha, a Bia. Biazinha. Biba. Bibabi. Bibabinha.
A gatinha linda que abriu os olhos na mão da minha mãe e se apaixonou por ela. (e vice-versa)

10 anos de vida.

Filha da Mimi, tal mãe, tal filha. Fofas demais.

Sucessora da Aninha, a segunda gata mais brava que conheci ( a primeira é a Babi, da minha cunhada).

Princesa.

Vira-lata modela.
Gordinha, Garfield.

Máquina de dar beijinhos.

Máquina de amassar pãozinho.

Ciumenta.

Líder da galera, apesar de ser boazinha.

Fofoqueira, passa a vida na janela.

Nunca me perdoou por eu ter trazido a Toca.

Uma gatinha que tinha que ser clonada.

domingo, 8 de março de 2009

Para fazer jus ao nome do blog

As almofadinhas lindas da Toca.

E a naninha...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Estética

A ferinha fica boazinha quando a vovó corta os bolos de pelo. E depois falam que ela é uma jaguatirica.